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Kamille Almeida
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Minha história

Quem é
Kamille.

Eu sou Kamille Almeida, amapaense, mãe de três filhos, gestora e uma mulher que acredita que a política só faz sentido quando consegue transformar a realidade das pessoas.

Uma história perto das pessoas
Retrato de Kamille Almeida, sorrindo, com camisa branca
Kamille AlmeidaAmapaense. Mãe. Gestora.
Macapá Oiapoque AmapáRaízes, presença e compromisso.
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De onde venho

Raízes e família

Minhas raízes

Nasci em Macapá e construí uma parte importante da minha trajetória em Oiapoque, no extremo norte do Amapá. Foi vivendo de perto os desafios da nossa população, conhecendo as comunidades, ouvindo famílias, lideranças e trabalhadores, que compreendi ainda mais a dimensão das desigualdades e também a força que existe em cada território do nosso estado.

Minha história não começou em uma eleição. Antes de apresentar meu nome como candidata, construí experiência profissional, atuei na iniciativa privada e tive a oportunidade de servir na gestão pública municipal. Cada uma dessas etapas contribuiu para formar a mulher e a gestora que sou hoje.

Maternidade e futuro

Sou mãe de três filhos e a maternidade ocupa um lugar central na minha vida.

Ser mãe me ensinou sobre responsabilidade, cuidado, escolhas e, principalmente, sobre futuro. Quando penso em educação, saúde, segurança, oportunidades para os jovens e proteção das famílias, não penso apenas como gestora ou como alguém que participa da vida pública. Penso também como mãe.

Como tantas mulheres do Amapá, conheço a responsabilidade de cuidar da família e, ao mesmo tempo, trabalhar, construir projetos e buscar um futuro melhor para quem amamos.

Essa experiência me fez compreender que toda decisão pública tem consequência dentro de uma casa, na mesa de uma família e na vida de uma criança.

É também por eles, pelos meus filhos e pelas próximas gerações, que acredito em um Amapá que cresça sem abandonar as pessoas e sem comprometer o futuro de suas riquezas naturais.

Kamille e outras pessoas em uma embarcação, com uma ponte ao fundo
OiapoqueRegistros de uma caminhada pelo território.
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Gestão e presença

Minha atuação

Minha experiência na assistência social

Uma das experiências mais importantes da minha trajetória foi atuar como Secretária Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social de Oiapoque.

Estar à frente da assistência social significou conviver diariamente com diferentes realidades. Famílias em situação de vulnerabilidade, mães que precisavam de apoio, crianças, idosos, pessoas em busca de direitos e comunidades que muitas vezes enfrentavam grandes distâncias para conseguir acessar um serviço público.

Foi um período de muito aprendizado.

Aprendi que, antes de qualquer número, existe uma pessoa. Antes de qualquer programa, existe uma família. E antes de qualquer decisão administrativa, existe uma realidade que precisa ser compreendida.

A assistência social também reforçou em mim uma convicção: o poder público não pode esperar que todas as pessoas cheguem até ele.

Muitas vezes, é o poder público que precisa chegar até as pessoas.

Presença nas comunidades

Oiapoque possui uma realidade singular.

É um município de fronteira, com grandes distâncias, comunidades rurais, rios, aldeias indígenas e localidades onde chegar exige planejamento, disposição e presença.

Durante minha atuação na assistência social, acompanhei o esforço para levar serviços públicos para além da área urbana, aproximando direitos e programas sociais das comunidades.

Esse trabalho também alcançou territórios indígenas, com ações realizadas em aldeias como Kumaramã, Kumenê e comunidades próximas, levando atendimentos relacionados ao Cadastro Único, Bolsa Família e outros serviços de cidadania.

Essas experiências marcaram profundamente minha forma de compreender a gestão pública.

Não se conhece verdadeiramente um território apenas olhando mapas, relatórios ou números. É preciso chegar às comunidades, ouvir as pessoas, compreender seus modos de vida, respeitar sua cultura e conhecer suas necessidades.

Diálogo com os povos indígenas

A convivência com os territórios indígenas me ensinou muito sobre respeito, identidade, tradição e responsabilidade.

O Amapá possui uma riqueza que não pode ser medida apenas pelos seus recursos naturais. Nossa maior riqueza também está nas pessoas, na diversidade cultural e nos povos que preservam conhecimentos, histórias e formas próprias de se relacionar com o território.

Acredito que nenhuma política de desenvolvimento para o nosso estado pode ser construída sem diálogo com os povos indígenas e sem respeito aos seus direitos.

Defendo um desenvolvimento que reconheça as comunidades tradicionais como parte fundamental do presente e do futuro do Amapá.

Isso significa ampliar oportunidades, melhorar o acesso aos serviços públicos, fortalecer a autonomia das comunidades e construir soluções respeitando cada realidade.

Kamille ao lado de um homem em um mercado
Encontros no comércio de Oiapoque.
Kamille sentada em uma varanda, conversando com um morador
Conversas do cotidiano.
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Olhando para o futuro

Meu compromisso com o Amapá

Desenvolvimento para as pessoas

Conhecer de perto as diferentes realidades do Amapá também fortaleceu em mim uma visão muito clara sobre desenvolvimento.

Nosso estado possui potencial econômico, riquezas naturais, localização estratégica, uma extensa fronteira internacional e inúmeras possibilidades de crescimento.

Mas desenvolvimento não pode existir apenas nos discursos ou nos grandes projetos. Ele precisa chegar até as famílias.

Precisa significar trabalho, renda, educação de qualidade, saúde, infraestrutura, produção, oportunidades para quem empreende e perspectivas para os nossos jovens.

Acredito em um desenvolvimento com responsabilidade social e ambiental.

Não precisamos escolher entre crescer e proteger nossas riquezas. Precisamos encontrar um caminho capaz de gerar oportunidades hoje sem destruir aquilo que pertence também às próximas gerações.

Na Amazônia, responsabilidade ambiental não é obstáculo ao desenvolvimento. É parte dele.

Um novo desafio

Minha experiência na administração pública me mostrou de perto tanto a capacidade transformadora de uma boa política pública quanto as limitações enfrentadas pelos municípios.

Muitas decisões que interferem diretamente na vida da população dependem de recursos, programas e políticas construídas em outras esferas.

Foi a partir dessa compreensão e de tudo o que vivi no território que decidi assumir um novo desafio. Em 2026, coloquei meu nome à disposição da população do Amapá como candidata a deputada federal.

Não vejo essa decisão como o início da minha história.

Vejo como a continuidade de uma caminhada construída antes da eleição, no trabalho, na gestão, nas comunidades e no contato direto com as pessoas.

O Amapá nas decisões nacionais

O Amapá precisa de uma representação capaz de compreender que nosso estado possui muitas realidades diferentes.

Existe a realidade de Macapá e Santana, mas também existe a dos municípios do interior. Existe a realidade urbana, mas também a das comunidades rurais.

Existe a vida de quem mora perto dos centros de decisão e a realidade de quem precisa viajar horas, por rios ou estradas, para conseguir acesso a um serviço básico.

Existem as cidades, as comunidades tradicionais, os territórios indígenas e a região de fronteira. Quero contribuir para que essas realidades sejam ouvidas e consideradas nas decisões nacionais.

Quero ajudar a aproximar Brasília de quem está na ponta.

O Amapá em que acredito

Acredito em um Amapá desenvolvido, mas humano. Um estado capaz de gerar oportunidades sem deixar ninguém para trás.

Um Amapá que valorize as mulheres, proteja as famílias, ofereça oportunidades aos jovens, respeite os povos indígenas e fortaleça quem produz e trabalha.

Acredito em um estado que transforme suas riquezas em qualidade de vida para sua população. Que cresça economicamente com responsabilidade social. Que utilize seus recursos naturais de forma inteligente e sustentável.

E que tenha orgulho de sua identidade amazônica.

A caminhada continua

Uma história em construção

Sou mãe, sou mulher, sou gestora e sou profundamente ligada às pessoas e aos territórios que ajudaram a construir minha trajetória.

Carrego comigo tudo o que aprendi dentro da minha família, na vida profissional, na assistência social e nas comunidades que tive a oportunidade de conhecer.

Ainda tenho muito a aprender, ouvir e construir. Mas existe uma certeza que acompanha minha caminhada:

desenvolvimento só faz sentido quando melhora a vida das pessoas, respeita quem vive no território e constrói um futuro melhor para as próximas gerações.

É nisso que acredito. É por isso que sigo caminhando.

Kamille Almeida
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